É vergonhoso ver a Prefeitura de Lauro de Freitas, sob a gestão da prefeita Débora Régis , usar o termo “Bambuzives” em uma publicação oficial para se referir a um serviço de iluminação no bambuzal da cidade. O termo, inexistente no português, é uma clara referência a uma brincadeira vulgar e de duplo sentido , bastante conhecida na Bahia, usada para evitar rimas chulas com palavras terminadas em “u” — como “bambu” e “caju”. Ou seja, é uma piada de mau gosto, com conotação ofensiva, que nada tem a ver com o papel de uma administração pública . O mais lamentável é que essa falta de bom senso parte de uma gestão chefiada por uma mulher , que deveria ser o primeiro exemplo de respeito, cuidado e responsabilidade na comunicação institucional. É inaceitável que uma prefeita — que representa todas as mulheres e carrega o dever de dar exemplo de seriedade — endosse ou permita a divulgação de um conteúdo que remete a expressões chulas e popularescas . O poder...
No sábado (14), o espaço Flor de Macaxeira, em Lauro de Freitas, foi palco do Forró da União , promovido pelo empresário Teobaldo Costa. Com comidas típicas, bebidas e forró ao vivo, a festa reuniu moradores e convidados. Teobaldo foi o destaque da noite. Com muita disposição e simpatia, dançou com o público do início ao fim e acabou ganhando o apelido de “Teobaldo Pé de Valsa” . A animação reforçou ainda mais sua popularidade entre os presentes. O evento celebrou a cultura nordestina com música, dança e confraternização.
A prefeita Débora Régis tem defendido que Lauro de Freitas enfrenta uma crise financeira grave, o que justifica a suspensão de eventos como o São João. Ela alega que a prioridade da gestão é o pagamento de serviços essenciais e a recuperação das finanças municipais. No entanto, essa justificativa parece contraditória quando observamos a prefeitura investindo pesadamente em publicidade. Sites, outdoors e outros meios de divulgação estão sendo constantemente utilizados para promover a imagem da gestão, um gasto que, em tempos de crise, parece pouco adequado e até desnecessário, enquanto serviços essenciais sofrem com a falta de recursos. Além disso, sob a gestão do vereador Juca, a Câmara Municipal tem sido palco de transmissões ao vivo com estrutura cara e equipamentos de ponta. Se realmente há uma crise financeira, como afirma a prefeita, não faz sentido a alocação de recursos para esse tipo de serviço, que, embora possa ter seu valor em termos de visibilidade, não atende às urgentes n...
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